IBCA: um novo templo para um novo tempo

Através de uma promessa feita por Deus há cerca de 10 anos, a Igreja Batista Central de Anápolis (IBCA) deve inaugurar, no próximo mês de setembro, para comemorar o aniversário de 54 anos da congregação, um templo novo, moderno e com espaço para aproximadamente 1.100 pessoas.

As obras começaram oficialmente no final de 2016, com orçamento de R$ 3 milhões, e contam com a participação de profissionais especializados e capacitados para pensar em todos os detalhes de arquitetura, engenharia, segurança, acessibilidade e acústica.

O objetivo é entregar para os membros um local confortável, mas que seja diferente de tudo o que já foi visto na cidade. O plano inicial era terminar tudo em três anos, mas o prazo precisou ser estendido por causa de crises econômicas e pela pandemia da Covid-19.

Mesmo assim, a igreja não desistiu e continua diariamente participando das decisões que são relacionadas ao novo templo, que está cerca de 90% concluído. Por trás de todo o projeto, inclusive, existe uma comissão voluntária de construção, que conta com a participação da arquiteta e engenheira Cristiane Moussa, e dos engenheiros Rodrigo Braga e Luiz Felipe Pina.

“Nós vislumbramos um tempo novo, com um templo novo. Com mais lugares, conforto, segurança. Vamos receber nossos convidados tranquilamente. A expectativa como membro da igreja é que a gente possa abrigar vidas, que a palavra de Deus seja proclamada, que o reino de Deus ganhe com tudo isso.”, explica Arnaldo Pina, que é engenheiro, líder da comissão de obras e vice-presidente da IBCA.

Além da estrutura moderna, a igreja terá um visual semelhante ao teatro: sem janelas e com uma galeria para quase 350 pessoas. O espaço também terá rampas de acesso, saídas de emergência, luzes de emergência e tudo o que é necessário para garantir o bem estar dos membros.

“Queremos agradecemos aos homens e mulheres usados no passado para nos dar a direção de Deus e trazer para a igreja essa cobrança de que [a obra] era para ser feita. Ao pastor Jesus que sempre confiou na comissão de construção. À igreja que sempre esteve presente. Aos cerca de 80 trabalhadores que passaram pela obra nesses anos e a Deus, que não permitiu que a obra parasse e permitiu que fôssemos usamos para concretizar os sonhos Dele”, disse Arnaldo.